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Delirious? (Rain Down) Live From Final Gig In London
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É hora de agir pelos nossos sonhos” – O discurso de Marina por uma nova política.
“Chegou a hora de acreditar que vale a pena, juntos, criarmos um grande movimento para que o Brasil vá além e coloque em prática tudo aquilo que a sociedade aprendeu nas últimas décadas”. Assim começava o convite para a grande aliança que, em 2010, propusemos à sociedade brasileira. E continuava dizendo que chegou a hora dos que querem viver num país melhor, reinventar o seu futuro no século 21. Que podemos alcançar a democracia que queremos. Que a distância entre o que somos e o que podemos ser não é tão longa se nos dispusermos a começar a caminhada.
Estamos aqui hoje para reafirmar que esta continua sendo a nossa palavra, que vale o que está escrito. Está nesta palavra dada a principal razão pela qual eu mesma e tantos companheiros estamos nos afastando do Partido Verde. Para manter nossa coerência e seguir em frente, em união com aqueles que, embora não se desligando do partido por diversas razões, permanecerão críticos e em consonância com o mesmo pensamento.
A experiência no PV serviu para sentir até que ponto o sistema político brasileiro está empedernido e sem capacidade de abrir-se para sua própria renovação. Se antes dissemos “chegou a hora de acreditar”, afirmo hoje: chegou a hora de ser e fazer, de nos movimentarmos em conexão com as redes e pessoas que expressam a chegada do futuro e o constroem na prática, no dia-a-dia.
A proposta de desenvolvimento sustentável é inseparável de uma política sustentável. Não podemos falar das conquistas de nosso país separando–as da baixa credibilidade do sistema político, dos desvios éticos tornados corriqueiros, da perplexidade da população diante da transformação dos partidos em máquinas obcecadas pelo poder em si e cada vez mais distantes do mandato de serviço que estão obrigados a prestar à população. A ideia de desenvolvimento não pode estar desvinculada da existência de um sistema político democrático consolidado, tanto na sua face representativa quanto na sua imprescindível dimensão participativa direta.
O resultado mais grave da perversão do sistema político é o afastamento das pessoas da Política com P maiúsculo, pela qual cada um pode ser parte das decisões públicas por meio de suas opiniões, sua palavra, suas propostas, seu voto bem informado e consciente. Quando a representação gerada por esse voto não expressa integralmente o compromisso de se dedicar ao bem comum, a democracia sai trincada, e essa ameaça afeta a todos nós e nosso direito a viver melhor, com mais justiça, mais qualidade de vida, com horizontes mais prazeirosos. Então, é preciso reagir e chamar mais e mais pessoas para um grande debate nacional sobre o nosso futuro.
É essa a causa que nos move e nos faz reconhecer, em primeiro lugar, que o propósito de levá-la adiante por meio do PV, na forma como ele hoje se estrutura, não foi possível. E, em segundo lugar, que não podemos relativizá-la para compor com uma cultura política que combatemos e que se mostra impermeável ao novo e ao sentido profundo da democracia.
Manter a coerência e seguir em frente, é o sentido de nosso gesto, repito. Não se trata de uma saída pragmática, com olhos postos em calendários eleitorais. Ao contrário, é a negação do pragmatismo a qualquer preço.
É uma reafirmação de compromissos e princípios. É uma caminhada verdadeira e esperançosa em direção ao nosso foco principal: sensibilizar as brasileiras e os brasileiros que se dispõem a sair do papel de meros espectadores a que vêm sendo condenados pelo atual sistema político para ser uma força transformadora. Força capaz de fazer sua vontade junto a um sistema político superado na sua essência, mas ainda no comando das instituições, tornando-as reféns de privilégios, de interesses setoriais, de alianças e posturas atrasadas, incompatíveis com os desafios que temos para este século.
Hoje, as pessoas se mobilizam por causas muito diferenciadas, se manifestam pela internet, mas tem dificuldades de se integrar, de amalgamar suas diferentes preocupações num grande projeto de país, impulsionado pelo desejo de um salto civilizatório que só acontecerá se interrompermos a trajetória de degradação social e ambiental que é, infelizmente, uma das principais marcas de nossos tempos.
Junto-me a todos que se identificam com esse pensamento, para fazer chegar o momento da integração. De inventar outra cultura política para nosso futuro. Vamos discutir democracia, educação, desenvolvimento, sem as amarras das ambições de poder como um fim em si mesmo, que diminuem e pervertem os sonhos e as intenções.
Não se trata de negar as instituições de Estado e o sistema representativo. Sabemos de sua importância e de seu papel, mas não podemos fechar os olhos para seus desvios. Devemos exigir que saiam de suas velhas práticas e acordem para o presente. Para isso, a sociedade brasileira precisa recuperar a sua iniciativa no campo político, construir coletivamente sua vontade e fazê-la valer.
Nosso debate, hoje, não pode ser o das eleições de 2014. As eleições de 2010 tiveram o papel de fazer a luta socioambiental abrir suas janelas e portas para a sociedade. Fizeram com que milhões de pessoas escolhessem uma proposta diferente. Agora é hora de ir mais fundo. A hora da verdade. Para nós e para a sociedade. Vamos nos reencantar com o nosso potencial para mudar o que precisa ser mudado e preservar o que precisa ser preservado.
Na campanha de 2010 dissemos que deveríamos “ir além dos limites impostos pela falta de grandeza dos interesses e costumes de alguns políticos que se acomodaram à lógica do poder pelo poder, que se tornaram incapazes de assumir plenamente os desafios do presente”. Essa também continua sendo a nossa palavra. Não era vento, não era circunstância, era de fato nossa proposta de Política e de Vida e por ela continuaremos a nos guiar, não importam quais sejam as dificuldades, as maledicências, as armadilhas, as ofertas para deixar por menos.
Como alguém já disse, o ideal que move as pessoas para melhorar o mundo em que vivem, e onde no futuro outros irão viver, deve estar na popa e não na proa, a nos impulsionar para o futuro. Não é hora de ser pragmático, é hora de ser sonhático e de agir pelos nossos sonhos.
*Discurso de Marina Silva durante o Encontro Por Uma Nova Política. Evento realizado nesta quinta-feira, dia 7 de julho, no Espaço Crisantempo (rua Fidalga, 521, Vila Madalena, São Paulo)
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Banda Doxa em nova fase. Em breve!!!
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Perfeito Amor
Se todos vivessem o amor
Como Deus o criou
O amor que não guarda rancor
Tudo espera e suporta a dorSe não houver amor
Não vale apena viver
O verdadeiro amor
Só vive quem anda com DeusO amor de Deus pra sempre eu quero viver
Perfeito amor
Eterna essência de DeusSe não houver amor
Não vale apena viver
O verdadeiro amor
Só vive quem anda com DeusO amor de Deus pra sempre eu quero viver
Perfeito amor
Eterna essência de DeusMúsica: Oficina G3
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Digno de glória é o Senhor
Digno de glória e honra
Levantamos nossas mãos
Pra o Teu nome exaltarPorque grande és Tu
Maravilhas fazes Tu
Não há outro igual a Ti
Não há outro igual a TiLetra de Asaph Borba
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Um só caminho, uma só fé. Unica verdade: Jesus é o refugio nesta imensa tempestade.
— A Razão - Oficina G3
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Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro.
— Isaías 43:25
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2º In Rock Praise

No último sábado, 16, aconteceu em Cruz Alta mais um evento jovem, com o Rock and Roll para Jesus como tema central da programação. Foi realizado a segunda edição do In Rock Praise que, mais uma vez, aconteceu no salão da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil - IECLB, e contou com a presença de bandas locais e também da cidade de Passo Fundo.
Nesta edição, foi investido alto para que fosse possível apreciar um grande evento de Rock and Roll, tendo a participação de diversos patrocinadores. Diferente do ano anterior, o IRP conseguiu uma aparelhagem de som vinda da cidade de Ijuí, iluminação e cubos de guitarra emprestados de duas denominações, além da própria infraestrutura da IECLB. Até mesmo a divulgação do IRP 2011 teve maior abrangência, contendo comercial na rádio Pop Rock 105.1 FM e também ocupou espaço na “agenda cultural” do programa Jornal do Almoço, da RBS TV.
Mesmo com tamanha “dimensão”, não foi possível mobilizar o jovens cristãos de Cruz Alta como deveria ser. Mais uma vez o povo que se diz cristão, adorador, evangelista, apaixonado por Cristo e que diariamente publica, em suas páginas de relacionamento, frases do tipo: “Cruz Alta para Jesus”, “Missões Urbanas”, entre outras, não compareceu e não prestigiou o evento na sua real essência, sendo Corpo de Cristo.
Infelizmente o Corpo de Cristo não esteve unido, estando presente apenas alguns membros deste corpo. É lamentável que ainda tenhamos de conviver com este tipo de coisa, onde denominações não participam de eventos de outras denominações, não importando o tipo e nem o tamanho do mesmo. Por muito tempo a falta de opções no segmento “gospel” era a maior reclamação dos “crentes”, devido ser muito raro a IGREJA se reunir fora de um templo ou expressar a sua fé de uma forma “diferencial”. Quando o preconceito, teologia e até mesmo a “ignorância” foram quebrados, eis que pastores, líderes e até mesmo “simples adoradores” optam por realizar/organizar outros eventos na mesma data em que outra denominação já marcou e já investiu em divulgação de uma programação. Isso nada mais é do que um “povo mesquinho” que não está preocupado em estar unido como CORPO DE CRISTO e sim, em permanecer vivendo em individualismo.
Diante de tudo isso, surge a pergunta: Onde está aquele povo que se diz adorador e está pronto para evangelizar?? Evento como o In Rock Praise, deveria ter as mais diversas denominações evangélicas de Cruz Alta unidas e prontas para levar e receber os jovens perdidos, que não conhecem o AMOR DE JESUS. A noite fria do sábado passado era para ter sido “quente”, com a presença de pessoas entregando suas vidas ao SENHOR JESUS. Mas infelizmente o que se fez presente nesta edição foi mais uma vez os “crentes” que congregam nas denominações das bandas que tocaram no evento e, assim mesmo, ainda muitos não foram.
Aqueles que não compareceram, simplesmente perderam as belas canções tocadas e cantadas pela banda FREEAK’S, que mesmo com um pequeno repertório, alegrou e encantou a todos os presentes. Também não conferiram o som da banda RESPOSTA, que mais uma vez louvaram a Deus com músicas de sua autoria e provaram que o seu compromisso é estar unidos como Corpo de Cristo e não fazer “showzinho”. A grande novidade deste ano foi a banda SETE CASTIÇAIS, que veio de Passo Fundo, para surpreender a todos com grande técnica, grande repertório e imensa vontade de falar do amor de Jesus. Aqueles que não esperavam nada desta banda, surpresos ficaram quando os mesmos iniciaram a apresentação com a música Mais Alto - Oficina G3, que fez todo mundo se olhar e “bater cabeça”. O repertório ainda conteve músicas das bandas Khorus, Fruto Sagrado, Castelo Forte, além de suas próprias canções que encantaram os presentes.
Assim foi mais uma edição do In Rock Praise, que contou com boa produção, organização, colaboração e boa música, mas que mais uma vez não contou com o público esperado. Mesmo assim, foi um excelente evento, onde a expectativa é de que todo o louvor ali manifestado tenha chegado até o Trono de Deus. Um muito obrigado a todos que de alguma forma contribuiram para que este Rock and Roll acontecesse. Que na próxima vez tenhamos mais apoio, ajuda, contribuição, bandas, público e a presença do Espírito Santo. Que Deus abençoe a todos.
